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Dores musculares nunca mais…

Já pensou poder ter os benefícios da massagem ao seu dispor, na hora e quando quiser? Os massageadores portateis ou eletricos, como são popularmente conhecidas, possuem praticidade e comodidade, oferecem uma ótima maneira de relaxar depois de passar um dia no trabalho.

Massageador Elétrico Orbital Relaxmedic 2600 rotações - 220V

Mas você sabia que o uso de um massageador portátil pode melhorar a sua saúde física e mental? Esse é um dos benefícios no uso de massageadores eletricos portáteis e oferecem massagens confortáveis ​​e agradáveis. Um dos aparelhos massageadores mais vendidos hoje em dia, é o que possui massagem com infravermelho. O calor emitido do aparelho aquece a área a ser massageada e relaxa os músculos na região, fazendo com que a circulação sanguínea melhore naquela parte do corpo. Não há nada melhor do que uma massagem relaxante depois de um dia cansativo e estressante de trabalho, né? Para isso, ter um massageador corporal em casa pode ser fundamental para dar um descanso ao corpo, aliviando os desconfortos musculares.

Um par de assentos individuais da marca Poltrona Frau recebe os sortudos passageiros com mimos dignos de um voo de primeira classe. Massagem para o corpo inteiro (pescoço, ombro, braço, mãos, costas, pernas e pés). São 2 níveis de intensidade e three acessórios para o contato no corpo que oferecem uma ótima experiência sensorial, aliada ao design ergonômico e fácil manuseio. Lembre-se de sempre colocar pressão na área massageada devagar, é importante também controlar a força para que o massageador não machuque. Você pode optar por massagear com movimentos em linha reta ou em formato de eight. Uma dica de ouro é fazer o uso do massageador junto com um creme redutor de medidas de sua favorência, é uma ótima opção para diminuir gordura, flacidez e celulite.

Por fim, esse massageador conta com controle remoto para que você consiga fazer todos os ajustes necessários. O massageador é principalmente usado em ambientes de trabalho, onde muitas vezes já existe certa tensão, a probabilidade de permanecer por mais de 4h na mesma posição são imensas. Se você quer descansar enquanto desfruta de uma massagem revitalizante, a esteira massageadora é a best para você. Ela tem 10 motores administrados por controle remoto, os quais vibram em cinco modos distintos de massagem/grau de intensidade, proporcionando conforto para as principais regiões do corpo, como pernas, lombar e cervical. Em ambientes de trabalho, onde muitas vezes há tensão, o massageador  proporciona bem-estar e relaxamento aos colaboradores.

O que poucos sabem é que para aproveitar desses benefícios você não precisa necessariamente ir até um massagista, além de opções de automassagem contamos com a incrível tecnologia dos massageadores elétricos. Proporciona massagens circulares que penetram nos músculos internos através de uma onda vibratória, melhorando a circulação sanguínea e também modelando o corpo, se esse for seu objetivo. Lá você vai encontrar ótimos produtos que vão te ajudar a ter um final de dia mais relaxante e com menos dores. Ele possui sete níveis de velocidade e seis tipos de massagens predefinidas para aliviar o cansaço e o estresse. Suas massagens localizadas com vibrações vigorosas e contínuas ajudam a tonificar e dar forma ao corpo, além de combater as celulites.

Preços e condições de pagamento exclusivos para compras through web, podendo variar nas lojas físicas. Ofertas válidas na compra de até 5 peças de cada produto por cliente, até o término dos nossos estoques para web. Caso os produtos apresentem divergências de valores, o preço válido é o da Sacola de compras. Todas as regras e promoções são válidas apenas para produtos vendidos e entregues pelo Submarino. O valor de oferta do produto será garantido após a finalização da compra. Todas as regras e promoções são válidas apenas para produtos vendidos e entregues pela Americanas.

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Transparência continua não sendo premissa do funcionalismo

Às vésperas de completar um ano de vigência, a Lei de Acesso à Informação aponta para inúmeros desafios a serem superados. Cerca da metade dos Estados e a vasta maioria dos municípios ainda não adotaram as regulações previstas por ela.

Mesmo na esfera federal, onde os avanços são mais visíveis, a prática mostra que a transparência continua não sendo uma premissa do funcionalismo –embora seja essa a proposta da lei.

Pedidos de informações básicas e públicas continuam a ser respondidos com questões sobre a motivação do requerente e o uso pretendido para os dados. Há até solicitação de pagamento para a entrega das informações.

A resistência na divulgação dos salários de funcionários públicos, por exemplo, ainda é sintomática em todas as esferas do poder público, como aponta o levantamento realizado pela Folha.

Essa resistência mostra que, apesar da mudança na lei, a cultura não mudou.

Muitos funcionários receberam a norma com abertura, mas também são muitos os que se negam a ver o acesso à informação como um direito de que cada um é titular.

O pagamento de servidores é uma informação que diz respeito a todos e, nesse caso, o interesse público se sobressai ao direito à privacidade.

Isso porque o funcionário publico, ao assumir o posto, deve aceitar que estará mais sujeito ao escrutínio da sociedade e deve prestar contas sobre suas atividades. Além disso, a divulgação dessas informações é importantíssima para o combate à corrupção.

Além da resistência, a ausência de um órgão unificado e especializado para implementar e fiscalizar a Lei de Acesso continua sendo um desafio. Algumas decisões do Supremo Tribunal Federal, no entanto, parecem apontar que o Judiciário cumprirá seu papel e fará valer o direito de acesso à informação.

Por PAULA MARTINS, diretora da ONG Artigo 19 América do Sul.

Fonte: Folha de São Paulo

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Quando um acidente é um crime e quando os pais devem ser responsabilizados?

O Sistema de Consulta e Notificação de Estatísticas de Danos baseado na Web (WISQARS) do CDC lista lesões não intencionais (acidentes) como a principal causa de morte de crianças e adolescentes na maioria das faixas etárias.

A única exceção é para crianças menores de 12 meses, para as quais os acidentes são a 5ª principal causa de morte. Nesta idade, anomalias congênitas, parto prematuro, complicações da gravidez materna e SIDS classificam-se acima dos acidentes como causa de morte. Ainda assim, 1.168 bebês com menos de 12 meses morreram por causa de acidentes em 2018.

Um Crime vs. Um Acidente

Mas quando uma lesão não intencional, como um acidente de carro, afogamento,queda ou acidente de tiro é um crime e não apenas um acidente?

Quando esses incidentes são relatados, eles geralmente são descritos como acidentes trágicos. Não é sempre que você ouve sobre um pai sendo acusado de um crime. Mas acontece.

Um incidente famoso envolveu Raquel Nelson de Marietta, Geórgia. Seu filho de 4 anos foi atropelado e morto enquanto ela atravessava no meio de uma rua movimentada à noite com seus três filhos. Eles tinham acabado de descer de um ônibus da cidade e estavam atravessando com outras pessoas, como a faixa de pedestres mais próxima a um terço de uma milha de distância e seu complexo de apartamentos estava do outro lado da rua do ponto de ônibus.

Raquel Nelson foi inicialmente acusada de conduta imprudente, atravessando uma estrada fora de uma faixa de pedestres, e homicídio culposo veicular em segundo grau, o que a colocou em risco por três anos de prisão total. Enquanto isso, Jerry Guy, o motorista do carro, foi acusado de atropelamento e fuga e passou seis meses na cadeia.

O caso foi objeto de muita controvérsia. Algumas pessoas ficaram indignadas que a mãe que perdeu seu filho poderia cumprir mais tempo de prisão do que o motorista que havia bebido no início do dia e matado seu filho. Outros grupos, como o NAACP, criticaram o fato de que poucos membros do júri branco, de classe média, tinham usado o transporte público e provavelmente não entendiam as escolhas de Nelson como uma mãe solteira negra caminhando três crianças para casa à noite.

Como as acusações de Raquel Nelson eram todas contravenções, o tribunal foi autorizado a exercer discrição na sentença. Depois de anos de batalhas legais, Nelson fez um acordo com o Escritório do Procurador do Condado de Cobb. Ela não contestou a acusação de jaywalking e pagou uma multa de 200 dólares, e as outras acusações foram retiradas.

Um caso em Antioquia, Califórnia também resultou em uma sentença mais branda a critério do juiz. Lindsey Ann Isch pegou quatro anos de liberdade condicional e serviço comunitário, em vez de prisão, depois de ser condenada por homicídio culposo enquanto estava embriagada, dirigindo embriagada causando ferimentos, e ameaça de criança depois que ela se envolveu em um acidente que matou seu filho de 1 ano em 2009.

Homem rompe tela de proteção e mata família

Outro caso emblemático ocorreu na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Um pai de família, ao se deparar com um crise financeira resolveu encerrar de forma dramática a vida de sua esposa e a de seus 2 filhos.

Ele simplesmente assassinou a mulher e, após isso, cortou a tela de proteção no Rio de Janeiro e se jogou com as 2 crianças (que eram seus filhos).

O caso pode ser melhor entendido e visto nesse site aqui.

Nesse caso ele além de cometer crimes, ele cometeu suicídio, o que o torna mais covarde ainda!

Outras Acusações

Houve muitas outras acusações contra mães associadas a crianças em carros quentes, embora estas não tenham recebido tanta atenção quanto o caso Raquel Nelson.

Mas não são só as mães que são acusadas. O pai e o padrasto de um menino de 4 anos que se afogou em Wyoming foram acusados de homicídio qualificado depois que sua canoa caiu e capotou. Além de beber, os homens tinham sido avisados sobre a canoagem no rio de corrida rápida.

Alguns desses casos destacam uma diferença importante entre um acidente e um crime. As duas mães que estavam fazendo compras intencionalmente deixaram seus filhos, um que tinha apenas 4 semanas de idade, em um carro quente com as janelas para cima e o ar condicionado desligado. Eles sabiam que seus filhos estavam no carro e deveriam saber que estavam em risco pelo calor. Os homens na canoa estavam bebendo álcool e ignoraram um aviso.

E o caso na Virgínia? Neste caso, também, parece haver algumas circunstâncias extras que poderiam ser relevantes. Parece que ela já havia deixado seu filho no carro fora do trabalho em janeiro, mas ele foi descoberto cerca de meia hora depois quando seu provedor de creche ligou para perguntar se ele viria naquele dia.

E os dois casos no sul do Texas? As acusações parecem estar relacionadas com o fato de que as mães perderam o controle de seus filhos por várias horas. Um argumento semelhante foi usado pelo promotor público em Las Vegas, onde uma mãe foi recentemente condenada a 24 a 60 meses depois que seu filho de 2 anos se afogou em uma piscina de quintal, dizendo que “um acidente é quando uma mãe perde o controle de uma criança por cinco minutos, não cinco horas”.

Mas leva muito menos de cinco minutos para uma criança se afogar, cair de uma janela, ou encontrar uma arma trancada, então por que isso deveria ser critério para saber se um acidente é causado por negligência?

negligência

Esses casos levantam muitas questões. Por que alguns pais são acusados de crimes após acidentes quando muitos outros não são? Por que apenas alguns tipos de acidentes parecem desencadear acusações? Qual é o ponto de acusar os pais de um crime após um acidente?

A negligência, tipicamente definida como “falha em exercer o cuidado que uma pessoa razoavelmente prudente exerceria em circunstâncias semelhantes”, é um dos fatores que são tipicamente usados para determinar se algo é mais do que um simples acidente.3 Infelizmente, as pessoas têm ideias diferentes do que é negligência. Muitos pais acham negligente ter uma piscina sem cerca em torno dela ou ter uma arma carregada na casa, enquanto outros não pensam duas vezes sobre esses perigos.

A discussão maior, porém, provavelmente deve ser sobre como reduzir esses acidentes e tragédias. Espalhe a palavra sobre a segurança de armas, a transação de carros para que as crianças não possam entrar e morrer no calor, a importância de a prova de crianças na casa e na piscina, usar protetores de janelas, e ter crianças usando coletes salva-vidas aprovados pela Guarda Costeira quando estão perto da água e não sabem nadar, etc.

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A MOBILIZAÇÃO E A PRESSÃO POPULAR NÃO PODEM PARAR

Desde 2009 a ABRACCI – Articulação Brasileira Contra a Corrupção e a Impunidade – atua com a missão de “contribuir para a construção de uma cultura de não corrupção e não impunidade no Brasil por meio do estímulo e da articulação de ações de instituições e iniciativas com vistas a uma sociedade justa, democrática e solidária”. A Articulação reúne dezenas de entidades integradas na luta contra a corrupção e a impunidade no país, e na promoção de uma cultura de transparência e integridade.
 
Vivemos um momento único em que o Brasil está indo às ruas manifestar sua insatisfação e que diversos projetos de lei que tramitam há muito tempo estão rapidamente sendo aprovados ou rejeitados em resposta as demandas da sociedade.
 
Ao longos destes mais de 4 anos, a ABRACCI sempre estivemos presentes e atuante junto à sociedade e aos movimentos para fazer avançar a agenda do combate à corrupção e à impunidade. A ABRACCI atuou de maneira enfática para a aprovação da Ficha Limpa, para a realização da 1ª Consocial – Conferência Nacional de Transparência e Controle Social. Fortalecemos redes que combatem a corrupção no país, mobilizamos a sociedade civil, contribuímos para barrar retrocessos como a PEC 37, avançamos na extensão da Ficha Limpa para a gestão pública e no fim do Voto Secreto Parlamentar. Recentemente o Senado aprovou a Lei de Corrupção como Crime Hediondo, que foi a sétima proposta mais votada na Consocial e uma das 10 propostas finais enviadas pela ABRACCI. Nunca, na história das conferencias nacionais, uma proposta se transformou em lei em tão pouco tempo.
 
Porém, apesar dos avanços ainda não podemos comemorar a missão cumprida. O momento atual exige ainda mais de todos nós. Nessa luta devemos ter clareza sobre qual ambiente político queremos construir e para isso precisamos de ações contribuam para o fortalecimento da democracia e dos mecanismos de participação social. As manifestações declararam guerra à corrupção e exigem a reforma política, e para isso são necessárias medidas concretas:

– Não Mexam na Ficha Limpa – Rejeição do PL 14/2001 que enfraquece a Ficha Limpa. Aprovação da PEC 06/2012 que aplica as regras da Ficha Limpa ao funcionalismo público, tornando impossibilitados de continuar a servir na administração pública aqueles que tenham condenação em órgãos colegiados (Proposta ABRACCI na Consocial).

– Sanção Presidencial Imediata da Lei Anticorrupção – (PL6826 – atual PLC039/13) que dispõe sobre a responsabilização administrativa e civil de pessoas jurídicas pela prática de atos contra a administração pública, nacional ou estrangeira e dá outras providências (Proposta ABRACCI na Consocial).
 
– Fim do Voto Parlamentar Secreto – Aprovação da PEC 20/2013 que garante a transparência de todas as Votações Legislativas. (Proposta ABRACCI na Consocial e no OGP).
 
– Criação e instalação dos Conselhos de Transparência e Combate à Corrupção em todos os níveis (Orientações ABRACCI Pós-Consocial).
 
– Fim da Impunidade – Análise de todos os processos e gargalos jurídicos e constitucionais para que um processo seja julgado com celeridade (Meta CNJ discutida pela ABRACCI com o Presidente do CNJ, Joaquim Barbosa), Aprovação do PLS 204/2011 que determina casos de corrupção como crime hediondo (Proposta ABRACCI na Consocial).
 
– Recall de Políticos – Projeto de lei que possibilite o recall, impeachment e a cassação de mandato, tanto do executivo quanto do legislativo, por não cumprimento de propostas de campanha, da lei de metas, por improbidade ou por deixar de prestar contas por mais de doze meses seguidos ou intercalados (Proposta ABRACCI na Consocial).
 
– Reforma Política Já – Articulação com a sociedade dos pontos de discussão para que haja informação e debate para a sociedade saber exatamente no que está votando se o Plebiscito acontecer.
 
– Governo Aberto de Verdade e Transparência nos Órgãos de Controle – Padronização de dados abertos governamentais, possibilitando a conexão de informações e ampliando sua utilização pelos cidadãos. Todos os processos nos tribunais de contas e controladorias devem ter tramitação publicada passo a passo em tempo real, seguindo os formatos de dados abertos, conforme determinado pela Lei 12.527/11 (Proposta ABRACCI na Consocial e OGP).

– Por valer as propostas da Consocial – http://www.cgu.gov.br/consocial/Biblioteca/lista80_propostas_finais.pdf
 
A mobilização e a pressão não podem parar. A voz das ruas é clara e uníssona: o Brasil não tolera mais tanta corrupção e impunidade. Estes são apenas os primeiros passos para a construção de um novo país.
 
ABRACCI – Articulação Brasileira Contra a Corrupção e a Impunidade

Sobre a ABRACCI
A Articulação Brasileira contra a Corrupção e a Impunidade – ABRACCI – é uma rede que tem a missão de contribuir para a construção de uma cultura de não corrupção e impunidade no Brasil por meio do estímulo e da articulação de ações de instituições e iniciativas com vistas a uma sociedade justa, democrática e solidária.

A ABRACCI foi criada em janeiro de 2009 durante as atividades do Fórum Social Mundial com o apoio da Transparência Internacional e atualmente congrega quase uma centena de organizações da sociedade civil integradas na luta contra a corrupção e impunidade no Brasil e na promoção de uma cultura de transparência e integridade.

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MINIRREFORMA ELEITORAL: A ABRACCI DIZ NÃO!

12/08/2013MINIRREFORMA ELEITORAL: A ABRACCI DIZ NÃO!

MAIS UMA VEZ NOSSOS PARLAMENTARES VIRAM AS COSTAS PARA OS CIDADÃOS ELEITORES

Está em tramitação, no Congresso Nacional, um projeto de chamado de “minirreforma eleitoral”. A ABRACCI – Articulação Brasileira Contra a Corrupção e a Impunidade – vem expressar seu repúdio em relação a este projeto, que significa um verdadeiro retrocesso para o regime democrático brasileiro e para a luta contra a corrupção e a impunidade. Nossos políticos (parecem insistir) insistem em não escutar as vozes das ruas.

A proposta em discussão, que foi apresentada pelo deputado Ilário Marques (PT-CE) e elaborada por um grupo de trabalho liderado pelo deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), será votada em Plenário nas próximas semanas. O Projeto não corrige de forma alguma as distorções do sistema político e ainda atenta contra a Lei da Ficha Limpa, autorizando a candidatura de quem teve as contas rejeitadas pela Justiça Eleitoral. O texto reduz os mecanismos de controle e a transparência do processo eleitoral, é tolerante com a corrupção e favorece o abuso do poder econômico. Tal proposta foi formulada sem transparência e sem qualquer participação da sociedade civil que deixou claro querer participar diretamente e ser informada. Os parlamentares vão na (contra-mão) contramão do que pede a sociedade ao aprovarem esse projeto.

A ABRACCI é contra esta proposta e convida as organizações da sociedade civil e todos os cidadãos e cidadãs a se manifestarem contra o Projeto de Lei 5735/2013, a “minirreforma eleitoral”, e pressionarem os parlamentares para rejeitarem a proposta e votarem contra.

Uma verdadeira reforma política só é possível com transparência, ética e participação da sociedade.

ABRACCI – Articulação Brasileira Contra a Corrupção e a Impunidade

Sobre o PL 5735/2013

Texto na íntegra: http://migre.me/fGl9H
O que muda: http://f.i.uol.com.br/folha/poder/images/13212735.png

Sobre a ABRACCI
A Articulação Brasileira contra a Corrupção e a Impunidade – ABRACCI – é uma rede que tem a missão de contribuir para a construção de uma cultura de não corrupção e impunidade no Brasil por meio do estímulo e da articulação de ações de instituições e iniciativas com vistas a uma sociedade justa, democrática e solidária.

A ABRACCI foi criada em janeiro de 2009 durante as atividades do Fórum Social Mundial com o apoio da Transparência Internacional e atualmente congrega quase uma centena de organizações da sociedade civil integradas na luta contra a corrupção e impunidade no Brasil e na promoção de uma cultura de transparência e integridade.

Mais informações

www.abracci.org.br
www.facebook.com/redeabracci

Informações para imprensa
Secretaria Executiva da ABRACCI
Nicole Verillo – [email protected]

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Transparência continua não sendo premissa do funcionalismo

Às vésperas de completar um ano de vigência, a Lei de Acesso à Informação aponta para inúmeros desafios a serem superados. Cerca da metade dos Estados e a vasta maioria dos municípios ainda não adotaram as regulações previstas por ela.

Mesmo na esfera federal, onde os avanços são mais visíveis, a prática mostra que a transparência continua não sendo uma premissa do funcionalismo –embora seja essa a proposta da lei.

Pedidos de informações básicas e públicas continuam a ser respondidos com questões sobre a motivação do requerente e o uso pretendido para os dados. Há até solicitação de pagamento para a entrega das informações.

A resistência na divulgação dos salários de funcionários públicos, por exemplo, ainda é sintomática em todas as esferas do poder público, como aponta o levantamento realizado pela Folha.

Essa resistência mostra que, apesar da mudança na lei, a cultura não mudou.

Muitos funcionários receberam a norma com abertura, mas também são muitos os que se negam a ver o acesso à informação como um direito de que cada um é titular.

O pagamento de servidores é uma informação que diz respeito a todos e, nesse caso, o interesse público se sobressai ao direito à privacidade.

Isso porque o funcionário publico, ao assumir o posto, deve aceitar que estará mais sujeito ao escrutínio da sociedade e deve prestar contas sobre suas atividades. Além disso, a divulgação dessas informações é importantíssima para o combate à corrupção.

Além da resistência, a ausência de um órgão unificado e especializado para implementar e fiscalizar a Lei de Acesso continua sendo um desafio. Algumas decisões do Supremo Tribunal Federal, no entanto, parecem apontar que o Judiciário cumprirá seu papel e fará valer o direito de acesso à informação.

Por PAULA MARTINS, diretora da ONG Artigo 19 América do Sul.

Fonte: Folha de São Paulo